Procuro aqui neste blog refletir sobre as diferentes questões que me afligem como cidadão piracicabano, agrônomo aposentado, mas com bastante energia para gastar. Apresento também minhas memórias da época de estudante e recém formado na ESALQ.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Observações de um engenheiro agrônomo regional!!
1-Os estágios
estudantis em agronomia realmente mudam a maneira de pensar dos estudantes de
agronomia e os fazem seguir carreiras diversas na área de agronomia daquelas
que planejavam ao entrar nas escolas de agronomia.
2- O planejamento do trabalho técnico dos engenheiros agrônomos e médicos veterinários, anual ou plurianual, mostram que os Secretários de Agricultura e seus assessores não davam continuidade ao planejamento efetuado "na linha de frente" de atendimento do agricultor, pois tinham que atender ao planejamento das pastas da Agricultura, estadual ou nacional.
3-Os problemas sanitários animais ou vegetais que apareciam foram sempre atendidos pelos técnicos, engenheiros agrônomos ou médicos veterinários e seus auxiliares em detrimento do seu planejamento de trabalho, atrapalhando o planejamento dos mesmos, mesmo existindo um órgão de atendimento técnico dos problemas (tais como a ferrugem do café, a peste suína africana, a brucelose, a cigarra do café, etc,) como o Instituto Agronômico e o Instituto Biológico.
4- Havia sempre uma defasagem para menos entre o que alguns agricultores praticavam e as técnicas preconizadas pela extensão-pesquisa "criadas" por técnicas dos institutos de pesquisa.
5-Alguns problemas sanitários como o bicudo do algodoeiro, na década de oitenta, foram atendidos de maneira precária e com açodamento devido a falta de estudos da biologia e da velocidade de dispersão da praga, bem como dos prejuízos que seriam ocasionados pela mesma nos algodoais do Estado. Os danos foram alardeados, o perigo da praga foi supervalorizado e a cultura acabou em vários municípios. A cultura do algodão poderia ter durado mais tempo, com todas as vantagens econômicas que ela traz, se a praga fosse divulgada com mais parcimônia.
6- Doenças e pragas de culturas e de animais são tratadas como se só o Estado de São Paulo tivesse só um sistema de tratamento, método sanitário, independente da pesquisa de outros estados do Brasil.
7-Tentativas de implantação de planejamento e controle dos programas de trabalhos computadorizados no fim da década de setenta pela Secretaria da Agricultura de São Paulo, como exemplo; o Planejamento e Controle de trabalho da Dira (Diretoria Regional Agrícola) de Sorocaba, a partir do ano de 1977, que funcionava muito bem apesar dos computadores de baixa capacidade, sem interligação com outros órgãos da Coordenadoria da Assistência Técnica Integral e só não continuaram devido a política e interesses outros da Secretária da Agricultura.
Conclusão: devido a estes problemas e outros não identificados a assistência técnica e a agricultura dependem e são levados pela opinião pública e dos órgãos de divulgação pública.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Tratores usados para pulverizar e colher sementes
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| Foto 1 |
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| Foto 2 |
Foto 1 - Pulverizador de deposição lateral para o controle de pragas e doenças. Local: Fazenda Cerrado de Nelson Pavan e outros, em Taquarituba,S.P. 1967/68 (?)
Foto 2 - Colheita de sementes da grama "pensacola Bahia grass" que é uma grama batatais, com sementes férteis e folhas mais largas resistentes ao frio e originada da Flórida (EUA) para serem fornecidas aos agricultores do município de Carazinho,R.S.. 1961.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Hino do agricolão
O Hino do agricolão foi cantado nas festas e reuniões do Centro Acadêmico e das repúblicas e, principamente, durante as
comemorações da Semana Luiz de Queiróz nos idos dos anos sessenta e
setenta. Para rememorá-lo o
Hino do agricolão!
Música inspirada na Canção do Exército:(autor desconhecido)
Nos somos da agronomia.
Fiéis paús- dáguas
Que porcaria
Andamos sempre de bonde
com o juízo Estribilho:
Não sei aonde A pinga
Mas quando as coisas se apertam Queremos com fervor
E nós pensamos no amanhã Mulheres (homens) com muito mais amor
A turma toda padece Porém se a pátria amada
Quando floresce o flamboyant Porém se a pátria amada
Precisar do agricolada
A pinga queremos com limão Ai, que porcaria!
Mulheres (Homens)com muita animação Existe outra versão do final:
Porém se a pátria Amada Se a pátria amada
Precisar do Agricolão Precisar do agricolão
Ai que papelão! Aí que papelão!!!
Como é sublime
Beber uma Brahma
E depois tirar uma palha.
Amor febril
Pelo barril
Não há quem possa
Com a turma nossa!
Extraído de "Uma turma de Ouro" escrito por Roberto Rodrigues 1990
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Estágio agronomia nas férias- RS, de jan - fev. de 1961
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| Foto 1 |
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| Foto 2 |
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| Foto 3 |
A foto 1 mostra os estagiários no campo de soja de um produtor de Carazinho, RS.
A foto 2 mostra os estagiários posando para o fotógrafo encostados num trator Landini.
A foto 3 mostra um trator de produtores de arroz no Banhado do Colégio e os estagiários estão observando-o.
sábado, 3 de dezembro de 2011
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